quinta-feira, 4 de março de 2010
Acreditamos que todos os ex-combatentes apareçam neste almoço, pois neste dia vamos tentar reviver um pouco os momentos que passamos fora das nossas famílias, mas sobretudo conviver com os nossos familiares e amigos.
A comissão
sexta-feira, 1 de janeiro de 2010
ALMOÇO DOS EX-COMBATENTES
A organização convida todos os ex-combatentes, famílias e amigos para o almoço convívio. O invento irá ter lugar na antiga escola.
Neste constante encontro todos os anos se reúnem matam saudades antigas que ficam para sempre e recordam os tempos que por lá passamos, tempos que não foram fáceis. A comissão aguarda por todos e por aqueles que tenham vontade de partilhar connosco, este dia de grande festa.
A organização agradece, quando receberem as cartas a vossa confirmação o mais rápido possível.
A comissão
sexta-feira, 29 de maio de 2009
PROGAMA DE FESTAS EM HONRA DE SANTA MARGARIDA
14 Agosto
21:30 - Abertura do Bar
15 Agosto
09:00 - Alvorada
09:30 - Música - Stereosom
14:00 - Abertura do Bar e Quermesse
15:30 - Rancho Folclórico S. PAIO DE OLEIROS
16:30 - Porco Assado no Espeto - Até ver os Ossos!
20:00 - Conjuntos SOMBRAS
23:30 - Artista - DULCE GUIMARÃES
00:00 - Conjunto SOMBRAS
16 Agosto
10:00 - Arruar - BANDA FILARMÓNICA DE GÓIS
16:00 - Missa e Procissão
22:00 - Conjunto DEXYS
23:30 - Artistas - CELINA E K-BRASIL
02:00 - Conjunto DEXYS
17 Agosto
12:00 - Almoço na CARRASQUEIRA
14:00 - Ronda com os ARTISTAS DA NOSSA TERRA
22:00 - Actuação - GABRIELL
23:00 - Actuação - Os nossos ACORDEONISTAS
00:00 - Actuação - GABRIELL
domingo, 5 de abril de 2009
Festas de Santa Margarida - 2009
As festas de nossa aldeia, só possíveis pela generosidade, sentimentos de interesse e dedicação do nosso povo crente e alegre, têm uma função simultaneamente religiosa e social. A ela confluem de todas as partes por onde andam dispersos, os filhos da terra, para incitar a fé que os une à sua igreja e fortalecer as raízes que ligam à sua terra natal. Nelas se fortalecem velhas amizades e se criam novas, embora algumas ocasiões se gerem também discórdias.
Depois de satisfeitas as devoções, vá de dar largas à emoção e ao contentamento, num convívio salutar e fraterno, com os parentes e amigos, cantando e dançando, no arraial. As festas são um traço típico da cultura popular e tradicional do nosso povo. Estas manifestações, faz parte das tradições e memória de um povo que luta para manter actual a cultura que lhe confere uma identidade muito própria.
Carla Fernandes
Bruno Fernandes
João Victor
Jorge Lopes
Pedro Victor
Vitor Hugo
segunda-feira, 22 de dezembro de 2008
Natal na Aldeia
- Coloca-se o sapatinho de cada criança da casa diante da lareira (e não uma meia pendurada, como é tradição de outros países) e, à meia-noite do Dia de Natal uma ou várias prendas e doces aparecem!
O presépio é muito útil, e em muitos casos torna-se mais valioso com muitos elementos para além da Nossa Senhora, São José e o Menino Jesus.
Não podem faltar os rebanhos com os pastores, o burro e a vaca (que aqueceram com o seu bafo o Menino Jesus), a estrela do Natal (que serviu de guia aos pastores) e todo o restante.
Pode ter, os Reis Magos ao longe, pontes e outros animais. O Natal em Portugal tem muita diversidade e ligeiras diferenças nas tradições dos diversos pontos do país, mas em todo o lado se festeja com ornamentações, prendas, com a junção da família e refeições
em conjunto.
Quando se aproxima a noite, a alegria já se propaga e começam os preparativos para a consoada, que é sempre junto ao quente da lareira onde estala as faíscas que ressaltam da madeira a arder.
Na mesa coloca-se os pratos e talheres, para receber as couves com as batatas e bacalhau bem regado com azeite. Perto da meia-noite, bem agasalhados com sobretudos e samarras, lá saímos de casa para assistirmos à missa do galo, no fim da missa, beija-se o menino Jesus.
No regresso a casa, o Menino Jesus ou o Pai Natal já deixou os presentes para todos. Para as mulheres o trabalho ainda não acabou e lá punham na panela o galo eleito para o dia de Natal. No dia de Natal come-se peru ou o galo, doces, filhoses, sonhos, rabanadas, etc.
FELIZ NATAL
domingo, 21 de dezembro de 2008
Património
As Alminhas das Tulhas está situada junto à beira da estrada é recente, substitui uma anterior que foi destruída. Graças a Deus tem sido alvo de atenções e continuam a manter-se como património cultural valioso.As Alminhas ou nichos é a expressão mais original da arte popular portuguesa e expressam a religiosidade do nosso povo.
Assinado: Jerofe
sábado, 6 de dezembro de 2008
Nora - dispositivo para tirar água

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008
Lagar de Azeite

O único lagar de azeite, de Chã de Alvares situa-se no Portalagem, neste momento não está a funcionar e entrou em estado de degradação.
O lagar de azeite é um dispositivo mecânico em que se processa a modificação da azeitona em azeite. Depois de apanhada a azeitona é limpa, (através de uma máquina faz-se a separação da azeitona e as folhas).
O azeite obtém-se a partir da azeitona, fruto da oliveira. São precisos, em média, 5 a 6 kg de azeitona para produzir um litro de azeite.
A azeitona é sujeita a vários processos de alterações mecânicos e físicos, sem criarem alguma mudança à sua composição, de modo a produzir o azeite. As etapas necessárias a percorrer são:
- Apanha da azeitona - a oliveira é varejada ou ripada as azeitonas que caem sobre os panais que foram colocados com antecipação, as azeitonas após terem sido retiradas as folhas, são metidas em sacas.
- Pesar a azeitonas - chegada ao lagar, são pesadas e metidas em tanques, é lavada e triturada modo a obter uma massa uniforme. É aquecida com água para uma melhor qualidade de azeite.
- Encapachar - é pôr a pasta de azeitona nas seiras ou capachos. A pasta de azeitona, é espalhada de modo uniforme sobre as seiras que são colocadas umas sobre as outras num prato de uma prensa hidráulica.
- Prensa de um lagar de azeite- os carrinhos são carregados com as seiras que contêm a pasta de azeitona, são colocadas na prensa, começa o processo de prensagem, as seiras são comprimidas de modo a proporcionar a separação entre sólidos e líquidos, consegue-se uma mistura de água e azeite de cor negra e o bagaço.
- Bagaço da azeitona - o resíduo sólido obtido chama-se bagaço constituído por partes de polpa, epiderme (assentada celular que reveste a periferia de alguns órgãos vegetais, como o caule, as folhas, etc.) e caroço da azeitona. O bagaço serve para alimentar os porcos, para o lume (era usado como combustível para aquecer as caldeiras do lagar de azeite).
- Separação do azeite - a separação entre o azeite, a água e as impurezas é lento. No lagar, vai-se empregar a dissemelhança das densidades entre a água e o azeite para se fazer uma primeira decantação, é armazenado em pequenos tanques ou depósitos, ficando em repouso durante 12 horas, tempo calculado como suficiente para o processo de decantação se completar separando a água do azeite. Nos processos tradicionais, a separação é verificada com uso de uma varinha de marmeleiro, possibilitando-se, assim saber onde acaba o azeite e começa a água. Introduz-se a varinha no azeite com movimentos de um lado para o outro, mergulhando-a cada vez mais. Enquanto há azeite, não há estremecimento na varinha, o seu movimento é suave e regular, logo que toca na água sente-se uma trepidação provocada pela diferente densidade encontrada. Em seguida o azeite é medido e entregue ao cliente, que tem pagar a poia (porção de azeite que se dá ao dono do lagar onde se moeu a azeitona).
Este processo é executado em lagares tradicionais.
Assina: Jerofe
segunda-feira, 13 de outubro de 2008
Património - Parte 2


Mais tarde a escola sofreu melhorias a vários níveis. A população de Chã de Alvares vai necessitar de imaginação e espírito empreendedor para dar nova aplicação a um local simbólico que determinaram diferentes gerações e fazem parte do nosso património afectivo da comunidade.



A sede da Liga de Melhoramentos de Chã de Alvares e respectivo recinto de festas, situa-se na fonte. A Liga de Melhoramentos foi fundada em 25-09-1937.
Assina: Jerofe
terça-feira, 30 de setembro de 2008
Património - Parte 1

Os Fontanários estão espalhados pelo Casal de Cima, Casal de Baixo e Carrasqueira, inaugurados nas décadas de 50 e 60.
Porta Fonte é um património histórico, porque engloba um bem de Chã de Alvares, mas encontra-se num avançado estado degradação.quarta-feira, 3 de setembro de 2008

A Chã de Alvares é uma povoação rural composta por vários lugarejos: Casal de Stª Margarida, Casalinho, Tulhas, Covão, Cerejeirinhas, Casal de Cima, Casal de Baixo e Carrasqueira. Pertence à Freguesia de Alvares, Concelho de Góis e Distrito de Coimbra. Está apenas cerca de 3 km da sede de freguesia.
Existia uma capela, talvez tenha sido construída no séc. XV, antiga imagem da padroeira. Stª Margarida, é dessa época. Uma imagem em policromada e está em destaque no museu de arte sacra em Alvares. Por volta de 06-01-1960 foi realizada a primeira reunião para a construção da nova capela. A compra do terreno foi efectuada em 08-02-1960, o projecto ficou pronto em 02-05-1960 e a bênção da primeira pedra foi feita 05-06-1961 pelo pároco, Padre Virgílio. O Sr. António Maria Alves Ferreira foi o construtor e inaugurada em 26-08-1962 pelo Sr. Bispo Auxiliar de Coimbra, D. Manuel de Jesus Pereira.
Em 25-06-1968, foram instalados o relógio mecânico e os sinos, a instalação e electrificação da aparelhagem sonora em 25-05-1974.
No mês de Setembro do ano de 1281, foi concedida carta de foro perpétuo em Coimbra, à Herdade de Alvares e confirmada pelo rei D. Dinis, o Lavrador.
Nas vertentes da Serra da Lousã, depara-se-nos a Chã de Alvares, grande extensão da paisagem pelas acácias, giestas, alecrim, oliveiras, eucaliptos, pinheiros e algum medronheiro é nesse quadro que se respira o ar puro da serra.
O solo é coberto pelo mato (carqueja, urze, estevas e queiró - urze do mato ou flor da urze). Na sua maioria as casa são de cal branca e as mais antigas em pedra e xisto.




